Mesorregião Macro Metropolitana Paulista

Entre a Região Metropolitana de São Paulo, que compreende a capital (São Paulo, também cidade-sede da Região) do Estado e mais 38 municípios em processo de conurbação, representando mais de 20 milhões de habitantes com o PIB de R$ 760,04 bilhões (2011), e a Mesorregião de Campinas (só na Região Metropolitana de Campinas concentra-se cerca de 1/4 do PIB do Interior do Estado), que conta com quase quatro milhões de habitantes (est. 2010) e PIB per capita de R$ 26.051,63 (IBGE/2007), está localizada a Mesorregião Macro Metropolitana Paulista, união de 36 municípios em uma área total de 12.309,6 km² contabilizando mais de 2.700.000 habitantes (est. 2012) no total, dividida em quatro microrregiões, entre elas a de Jundiaí, que totalizam – em dados do IBGE de 2003 – um PIB de R$ 29.862.079.965,00.

Mesorregião de Campinas

Ao Nordeste da Mesorregião Macro Metropolitana Paulista, circundando a Região Metropolitana de Campinas, está a Mesorregião de Campinas, limitada pelas mesorregiões de Ribeirão Preto, Araraquara, Piracicaba, além da própria Mesorregião Macro Metropolitana Paulista já citada, e a fronteira com o Estado de Minas Gerais. A Mesorregião de Campinas é um aglomerado de 49 municípios, agrupados em cinco microrregiões correspondendo a uma área de mais de 14.226 km². Estes municípios respondem (números do censo 2010) a uma população total de 3.783.597 habitantes e geram o PIB de R$131.918.591,00 (IBGE, 2012).

Microrregião de Campinas e Região Metropolitana de Campinas

A microrregião de Campinas é uma das microrregiões do Estado de São Paulo pertencente à mesorregião Campinas. Sua população, segundo o Censo IBGE em 2010, é de 2.632.019 habitantes e está dividida em dezesseis municípios. Possui uma área total de 3.082,952 km². Segundo estudo desenvolvido pela Fundação Getúlio Vargas em parceria com o jornal inglês Financial Times a microrregião de Campinas ocupa a segunda colocação no ranking de competitividade, avaliada entre 558 microrregiões distribuídas em todo o país e se destaca também em outros rankings por análise individuais, como por exemplo, ocupando a terceira colocação na pesquisa sobre ensino superior e profissional e a segunda posição na análise específica de logística. Por sua vez, a Região Metropolitana de Campinas sendo constituída por 20 municípios é uma das mais dinâmicas no cenário econômico brasileiro e representa 1,8% do PIB (produto interno bruto) nacional e 7,81% do PIB paulista, ou seja, cerca de 105,3 bilhões de reais. Além de possuir uma forte economia, a região também apresenta uma infraestrutura que proporciona o desenvolvimento de toda a área metropolitana.

Microrregião de Mogi-Mirim

A microrregião de Mogi Mirim é uma das microrregiões do Estado de São Paulo pertencente à mesorregião Campinas. Sua população, segundo o Censo IBGE em 2010, é de 382.560 habitantes e está dividida em sete municípios. Possui uma área total de 2.345,143 km².

Mogi Guaçu

Com uma população entorno de 146 114 habitantes segundo a estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2014, a cidade possui uma área de 812,75 quilômetros quadrados. O município foi considerado em 2007, por mais um ano, um dos “300 Municípios mais Dinâmicos do Brasil” segundo a revista Atlas do Mercado Brasileiro, da Gazeta Mercantil (edição de maio de 2007). Mogi Guaçu ocupa o 65º lugar entre os municípios que obtiveram resultado acima da média nacional (120% em relação a média). Na classificação pela Divisão dos Mercados de Consumo, o município tem um Índice de Potencial de Consumo de 0,109%, comparando com a população de 141.559.

Campinas

Situada no interior do estado de São Paulo, Região Sudeste do país, Campinas pertence à microrregião e mesorregião homônimas, distante 99 km a noroeste de São Paulo, capital. Ocupa uma área de 794,433 km², sendo que 238,323 km² estão em perímetro urbano e os 556,11 km² restantes constituem a zona rural. Em 2015, sua população foi estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística 1 164 098 habitantes, sendo o terceiro município mais populoso de São Paulo (ficando atrás de Guarulhos e da capital) e o décimo quarto de todo o país. Aparece em quinto lugar entre 100 municípios analisados pelo Índice das Melhores e Maiores Cidades Brasileiras, o BCI100, elaborado pela Delta Economics & Finance com base nos dados do Censo 2010 do IBGE e do Ideb. O Produto Interno Bruto de Campinas é o maior da Região Metropolitana de Campinas, o quinto do estado de São Paulo e o 13º de todo o país.

Jundiaí

A segunda cidade mais populosa da Mesorregião Macro Metropolitana Paulista é Jundiaí. 15ª cidade mais populosa (397.965, est. IBGE/2014) e detentora do 9º maior PIB (21.806.787 mil, IBGE/2011) do Estado de São Paulo, é o maior município na microrregião que leva o seu nome. Esta microrregião de Jundiaí, por sua vez, tem 648.871 habitantes (est. 2012) distribuídos em uma área de 802.509 km². Com um PIB de mais de 27 bilhões, é próxima tanto à Região Metropolitana de Campinas e Região Metropolitana de São Paulo (ambas cidades-sede estão dentro de um raio de 50 km). Portanto Jundiaí, “Capital da Logística” está situada em posição estratégica vital na comunicação entre o Interior e a Capital do Estado, materializada pela Interligação das Rodovias Anhanguera e Bandeirantes existente nos arredores da cidade, mas que também pode ser observada pelo fácil acesso aos portos de Santos (130 km) e São Sebastião, aeroportos de Viracopos (30 km), Congonhas (55 km) e Cumbica (Guarulhos, 80 km), e malha ferroviária presente no entorno da microrregião.

Tendo o 4º melhor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal do Estado de São Paulo (2º entre as cidades com mais de 200.000 habitantes) e a taxa de analfabetismo da população acima de 15 anos de idade estando muito abaixo da média nacional, em 2,88% (2010), Jundiaí é considerada pela FIRJAN como o 6º melhor município médio do Brasil em termos de desenvolvimento, e, segundo o anuário Exame Infraestrutura 2009/2010, é o 5º município em termos de saneamento entre as 79 maiores cidades do Brasil. Com a nona maior renda per capita do Estado, (R$ 6.600,00/ano em reais de 2000), segunda cidade do Estado de São Paulo com a menor população indigente e uma das mais seguras entre as cidades com mais de 300.000 habitantes, Jundiaí é o 3º melhor município médio brasileiro com mais de 300.000 habitantes segundo o Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal.

Cidade a ter, nos idos de 1920, o maior Teatro do Estado de São Paulo, o já centenário Teatro Polytheama, tombado pelo Condephaat, e a dispor de vários outros espaços culturais como o Centro das Artes, Museu Histórico e Cultural de Jundiaí “Solar do Barão”, a Pinacoteca Diógenes Duarte Paes, dentre vários outros, e tendo no horizonte a perspectiva de prosperidade econômica e desenvolvimento social, Jundiaí traz amplas possibilidades ao fomento da produção cultural, sinalizada pela manutenção de grupos permanentes de performance e de vários programas existentes na cidade viabilizados pela Secretaria de Cultura de Jundiaí através Diretoria de Cultura.

Paulínia

Está localizada a nordeste do Estado de São Paulo, a 118 km da Capital. Pertence à mesorregião e microrregião de Campinas e ocupa uma área de 139 km² no centro da Região Metropolitana de Campinas, não fazendo divisa com municípios de outras regiões. No entanto, está localizada como um entreposto logístico, graças à proximidade com as maiores rodovias do estado e com o Aeroporto Internacional de Viracopos. Sua população foi contabilizada em 84.512 habitantes (IBGE, 2010).

Com a instalação de um dos maiores polos petroquímicos da América Latina, Paulínia teve seu desenvolvimento acelerado nas últimas décadas. O PIB per capita é bastante elevado, assim como seu Produto Interno Bruto, que é de R$ 9.749.771.000, se posicionando assim como a 68ª cidade com PIB mais elevado do Brasil (dados de 2012).

Paulínia é conhecida por ter um grande polo cinematográfico, e foi local de gravação de diversos filmes. Na cidade também está instalado o Theatro Municipal Paulo Gracindo, inaugurado em 2008, que acolhe o Festival Paulínia de Cinema, além de peças de teatro e concertos tanto nacionais quanto internacionais.

Democratizando o acesso!

Ao descentralizar as atividades, a OSJI propicia à populações de diferentes localidades a aproximação à música sinfônica em repertórios populares e eruditos, assim como aos músicos e estudantes de música do interior do Estado a oportunidade de profissionalização.